Quem Somos

A VACINE está com você desde MAIO DE 2010. Idealizada por pediatras, nosso intuito era vacinar nossas crianças, nossos pacientes e pacientes de colegas médicos que confiam em nosso serviço.

Fomos com nosso trabalho, conquistando a confiança de colegas, tanto pediatras, quanto de outras especialidades, e também percebendo que vacinar é mais do oferecer um serviço.

Sabemos hoje que além de oferecer a vacina propriamente dita, oferecemos também um serviço de orientação ao paciente que deseja receber informações sobre imunização.
Queremos fazer de tudo para que você sinta-se acolhido ao ser atendido na Vacine e saiba que faremos o possível para lhe oferecer o que há de mais novo e melhor para sua saúde no quesito vacinas.

Na Vacine , você também pode contar com orientação para sua escola ou empresa.
Entre em contato conosco, e teremos o prazer de mostrar nossos serviços e nossa equipe de profissionais que mantemos sempre atualizados.

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Vacinas

Vacina contra tuberculose produzida com bacilo Calmette e Guérin ( bacilo de Mycobacterium bovis vivo e atenuado ).
Oferece proteção para as formas graves da doença: meningite tuberculosa, tuberculose miliar e formas disseminadas.
A proteção é maior quando a vacinação é mais precoce: 85% quando é aplicada no recém-nascido, 70% quando aplicada aos dez anos e 50% quando aplicada aos 20 anos.
Pode ser administrada concomitantemente com todas a vacinas do calendário atual, desde que aplicadas em locais separados.
Esquema de imunização:
Uma dose na criança o mais precocemente possível, de preferência no berçário.
Após BCG intradérmica, se a criança não desenvolver cicatriz vacinal após seis meses, recomenda-se revacinação.
Há dois tipos de vacinas contra a poliomielite:
-Pólio oral (OPV): vacina de vírus vivos atenuados, composta pelos três tipos de vírus da poliomielite.
-Pólio inativada (IPV): vacina de vírus inativados, composta pelos três tipos de vírus da poliomielite.
A imunidade conferida por essa vacina é permanente com o uso do esquema completo na primeira infância.
No Brasil a doença está erradicada, no entanto essa infecção ainda ocorre em algumas partes do mundo.Assim, o esquema básico deve ser garantido a todas as crianças menores de cinco anos de idade.
Existem três esquemas indicados:
1- Uso exclusivo da IPV (obrigatório para imunodeprimidos e seus contactantes domiciliares, mas pode ser utilizado para crianças normais para se evitar o pequeno risco de reação paralítica pós-vacinal com o OPV);
2- Uso sequencial de duas doses de IPV seguida por doses de OPV (para se reduzir o pequeno risco de reação paralítica pós-vacinal);
3- Uso exclusivo de OPV (esquema seguido pelo Ministério da Saúde).
A imunização básica é feita em três doses (dois, quatro e seis meses), seguida de reforço aos 15 meses e o segundo reforço entre quatro e seis anos.
O agente causador da hepatite B é um vírus DNA. A vacina tem se mostrado capaz de reduzir o estado de portador crônico, além de evitar a cirrose bem como o hepatocarcinoma.
O esquema de imunização é de três doses:
- a primeira ao nascer;
- a segunda com um a dois meses de idade;
- a terceira aos seis meses de idade.
Esse mesmo esquema pode ser utilizado em crianças mais velhas, adolescentes e adultos não imunizados.
Quando há atrasos, não é necessário que o esquema seja recomeçado.
Crianças com peso de nascimento igual ou inferior a 2 kg devem receber quatro doses.
A vacina tríplice produz imunidade contra as seguintes doenças: difteria, coqueluche e tétano. Existem três tipos de vacina:
- Tríplice de células inteiras - DPT;
- Tríplice acelular - DPaT;
- Tríplice acelular tipo adulto - dpaT
Nas crianças, DPaT ou DPT deve ser usada aos 2, 4, 6 , 15 - 18 meses e entre quatro e seis anos de idade.
Reforços com a tríplice acelular tipo adulto (dpaT) ou dupla adulto (dt) a cada dez anos.
O Haemophilus influenzae é um cocobacilo gram negatico. O sorotipo B (Hib) é o mais virulento e frequentemente associado a infecções graves, como meningite, epiglotite, pioartrite, pneumonia, etc.Desde o advento da vacina específica , a incidência dessas condições declinou significativamente.
O esquema de vacinação consiste de três doses com intervalo de 60 dias, iniciando-se aos dois meses.
Após os 12 meses, se o paciente ainda não foi vacinado ele deve receber apenas uma dose da vacina.Acima dos 5 anos, encontra-se indicada em crianças com asplenia, anemia falciforme ou quaisquer imunodeficiências, inclusive os HIV positivos assintomáticos ou não.
As doenças pneumocócicas acometem tanto crianças como adultos e podem causar casos graves de meningite, pneumonia, otite média, bacteremia e septicemia.
Vacina antipneumoccócica polissacarídica (23 valente)
Vacina antipneumoccócica Conjugada (7 valente)
Vacina antipneumoccócica 10 valente
Vacina antipneumoccócica 13 valente
Protegem contra varicela (catapora). Duas doses, a primeira aos 12 meses e a segunda entre 4-6 anos de idade.
A vacina está indicada para profilaxia após exposição até 72 horas após o contato com o caso índice.
Protegem contra o meningococo C que é uma bactéria causadora de infecções graves como meningite e meningococcemia (infecção generalizada). Duas doses no primeiro ano de vida: aos 3 e 5 meses de idade e um reforço entre 12-15 meses de idade.
Protegem contra a gripe. Recomendadas a partir dos 6 meses de idade. No primeiro ano em que a criança menor de 9 anos recebe a vacina, aplicar duas doses com 4 semanas de intervalo entre elas. Posteriormente uma dose anual.
É importante ressaltar que a vacina não causa a gripe, pois utiliza vírus inativados.
Protegem contra a febre amarela. Indicada para viajantes ou habitantes de áreas endêmicas ou de transição da doença. Primeira dose aos 9 meses de idade. Reforços de 10 em 10 anos.
A vacina é indicada basicamente em duas situações:
- Prevenção da raiva em indivíduos expostos a risco de contaminação : veterinários, pessoal de laboratório, pessoal de abatedouro, etc;
-Profilaxia pós exposição (esquema de imunização depende do tipo de acidente).
Protegem contra diarréia grave causada pelo rotavírus. Duas ou três doses (dependendo do laboratório produtor): aos 2 e 4 meses (GSK) ou aos 2, 4 e 6 meses (MSD). Não se recomenda começar a vacinação contra o rotavírus depois de a criança ter completado 14 semanas ou três meses e sete dias de vida. A vacina contra o rotavírus está contra indicada para imunodeprimidos.
Temos 2 tipos de vacinas anti HPV disponíveis no Brasil:
Vacina Anti HPV quadrivalente (MSD) que protege contra sorotipos de HPV causadores de câncer de colo do útero e verrugas genitais( tipos 6, 11, 16 e 18).
Vacina Anti HPV bivalente (GSK) que protege contra os sorotipos de HPV causadores de câncer de colo do útero
(tipos 16 e 18).
Recomenda-se iniciar a vacinação antes do início da vida sexual,a partir dos 9 anos.Mulheres que já foram infectadas pelo HPV devem tomar a vacina, uma vez que a infecção pelo HPV não fornece imunidade duradoura.
O número de doses para a proteção até agora recomendado são 3 doses com intervalo de 2 meses entre a primeira e segunda dose e 6 meses entre a primeira e última dose.
Protegem contra a cólera e diarréia do viajante (Escherichia coli entero toxigênica). Indicada a partir dos 2 anos de idade para viajantes de risco (em geral, países ou regiões menos desenvolvidas). Aplicada por via oral, em três doses (para crianças de 2 a 6 anos) com intervalo de 1 semana entre elas. Nos maiores, duas doses com 1 semana de intervalo. Reforços a cada 6 meses para crianças de 2 a 6 anos e nos maiores, a cada 2 anos.
Protege contra a febre tifóide. Indicada a partir dos 2 anos de idade para viajantes de risco (em geral, países ou regiões menos desenvolvidas).
Dose única. Reforços a cada 3 anos.
Hepatite A + B - Protegem contra hepatite A e B. Três doses: 0, 1 mês e 6 meses.
Tetravalente acelular (quatro componentes) - Protegem contra difteria, tétano e coqueluche (vacina acelular) e haemophilus influenza do tipo B.
Pentavalente (cinco componentes) - Protegem contra difteria, tétano e coqueluche (vacina acelular), haemophilus tipo B e poliomielite com vírus inativados.
Hexavalente (seis componentes) - Protegem contra difteria, tétano e coqueluche (vacina acelular), haemophilus tipo B, hepatite B e poliomielite com vírus inativados.
*As vacinas combinadas devem ser adotadas sempre que possível, pois são seguras eficazes e possibilitam a diminuição no número de aplicações.
Protegem contra Sarampo, Rubéola e Caxumba. Duas doses, a primeira aos 12 meses e segunda entre 4-6 anos de idade.
Protegem contra hepatite A. Duas doses: a primeira aos 12 meses de idade e a segunda aos 18 meses. Nas outras idades 2 doses, com 6 meses de intervalo.

Teste do Pezinho

Indispensável como o amor de mãe! - A paritr de algumas gotas de sangue colhidas do pé do bebê nas primeiras semanas de vida, é possivel chegar a existência de quase 50 doenças.
- Realizamos um dos mais completos testes de triagem neonatal existentes.

Por que seu bebê deve fazer o teste do pézinho? Este teste permite o diagnostico precoce de diversas doenças que se apresentam geralmente assintomáticas no período neonatal, possibilitando o tratamento específico, diminuição ou eliminaçõo de lesões irreversíveis, como retardo mental, deficiências fisicas e até mesmo a morte.

Primeiro Brinco

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Sistema silencioso e delicado, desenvolvido especialmente para crianças até dez anos de idade.

Vacinação do Viajante

Doença transmitida por mosquitos, pode ser fatal. É um dos maiores problemas de saúde pública mundial, responsável por 300 a 500 milhões de infecções no mundo a cada ano.
Regiões que apresentam riscos

  • África: exceto Líbia e Tunísia
  • América Central, inclusive Haiti e República Dominicana
  • América do Sul: exceto Uruguai e Chile
  • Ásia: exceto Mongólia e Cazaquistão
  • Europa Oriental
  • Pacífico Sul

Doença transmitida por mosquitos, que pode evoluir para febre hemorrágica e hepatite grave. É encontrada somente em regiões de mata selvagem. No Brasil n?o há casos urbanos há mais de 50 anos.
Regiões que apresentam riscos

  • América do Sul: Argentina, Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Guiana Francesa, Paraguai, Peru, Suriname e Venezuela.
  • América Central: Panamá, Trinidad e Tobago
  • África: países da região do Sub-Saara

Como prevenir

  • Tomar a vacina 10 dias antes de viajar*
  • Evitar o contato com mosquitos

* Há países que exigem o certificado de vacinação para autorizar a entrada dos turistas.

Doença causada por vírus, bactérias, fungos e protozoários que atacam o sistema nervoso central. As mais temidas são as bacterianas, em especial a meningocócica. Pode ser fatal se não detectada e tratada a tempo. Regiões que apresentam riscos

  • África: região do sub-Saara e alguns países como Angola, Congo e Somália que apresentaram focos de epidemia recentemente.

Como prevenir

  • Tomar a vacina meningocócica.

Doença transmitida por uma bactéria proveniente de alimentação ou água contaminada. Está diretamente associada a regiões em que não há saneamento básico. São estimados cerca de 22 milhões de casos no mundo anualmente.
Regiões que apresentam epidemias

  • Subcontinente Indiano
  • Ásia
  • África
  • Caribe
  • América Central
  • América do Sul

Como prevenir

  • Evitar alimentos crus e água de procedência duvidosa
  • Existe uma vacina, indicada em casos específicos.

Adquirida pelo contato com água e alimentos contaminados.
Regiões que apresentam grandes chances de contágio

  • América Central
  • América do Sul
  • Ásia
  • Europa

Como prevenir

  • Tomar a vacina específica para esse tipo de hepatite
  • Consumir água mineral de boa procedência
  • Evitar alimentos crus e de procedência duvidosa

Doença transmissível pelo contato com sangue e secreções humanas infectadas. A principal forma de transmissão é a via sexual. A infecção, em alguns casos, pode evoluir para hepatite crônica, que pode causar cirrose e câncer no fígado.
Regiões que apresentam grandes chances de contágio
O risco de viajantes contraírem hepatite B, em geral, é baixo, exceto nos casos em que há contato sexual ou com sangue de pessoas infectadas. "O alerta vai principalmente para jovens e solteiros, para que nunca mantenham relações sexuais sem preservativo".

Como prevenir

  • Tomar a vacina
  • Praticar sexo seguro

Doença transmitida por vírus que infecta as aves. É altamente letal e de rápida proliferação no contato entre aves doentes e humanos. Tornou-se uma epidemia na Ásia em 2003. "Vale lembrar que não há motivo para pânico porque a infecção não ocorre entre humanos, apenas nos que tiveram contato com aves", explica o médico.
Regiões que apresentam epidemias:

  • Sudeste Asiático
  • China

Regiões que apresentaram casos da doença:

  • África
  • Leste Europeu

Como prevenir

  • Evitar o contato com aves
  • Não comer aves ou derivados de procedência duvidosa
  • Tomar vacina contra gripe (que não apresenta proteção 100% eficaz nesse caso)

Dúvidas Frequentes

Sim, pode. Resfriados e doenças leves como alergias, diarreia ou tosse, não são contraindicações para vacinação.
A vacinação somente deve ser atrasada em caso de doenças graves e indicações médicas específicas.
Realizamos aconselhamento vacinas e temos médicos e enfermeiros disponíveis para eventuais dúvidas na hora da vacinação.
O importante é atualizar o calendário vacinal o quanto antes.
Em caso de pequenos atrasos, o calendário deve ser reiniciado na última dose.
Em caso de atrasos maiores, uma avaliação individual esta recomendada para adequação do calendário vacinal.
Há alguns anos estava recomendado uso preventivo de paracetamol antes da aplicação da vacina. Hoje sabemos que isto pode reduzir a resposta à vacina. Então, o uso de analgésicos está recomendado apenas em caso de febre ou dor importantes após a aplicação da vacina.
Esta indicada a vacinação em meninos a partir dos 9 anos de idade. Devemos utilizar a vacina quadrivalente para vacinação em meninos.
Sim, paciente em uso de corticoide cronicamente e medicações que deprimem a imunidade, como medicações quimioterápicas, podem apresentar reações indesezáveis após a aplicação de vacina com vírus vivos.
Caso você utilize remédios cronicamente ou seja portador de alguma condição especial de saúde, consulte seu medico ou agende uma orientação vacinal na Vacine antes da aplicação de vacinas.
Sim, toda gestante deve ter seu calendário vacinal atualizado, porem não são todas as vacinas que podem ser aplicadas em grávidas.
Consulte seu médico para programação da vacinação.
Através do teste do pezinho é possível o diagnóstico precoce de algumas doenças congênitas graves.
Muitas destas doenças exigem que o tratamento seja iniciado antes do aparecimento dos sintomas, desta forma, o teste é importante para permitir que o bebê seja tratado antes que alterações graves e definitivas se instalem.

ANVISA:
www.anvisa.gov.br

CDC - Centers for Disease Control:
www.cdc.gov

Glaxo Smithkline Farmacêutica:
www.casadevacinasgsk.com.br

Laboratório Wyeth:
www.wyeth.com.br

Merck:
www.merck.com.br

Ministério da Saúde:
www.saude.gov.br

Organização Mundial de Saúde (OMS):
www.who.int

Sanofi Pasteur:
www.sanofipasteur.com.br

Site Criança Segura:
www.criancasegura.org.br

Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm):
www.sbim.org.br

Sociedade Brasileira de Pediatria:
www.sbp.com.br